sábado, 19 de novembro de 2011

Just Say Yes - Ken Andrews


I don't know which way I should turn
I'm too afraid of getting burned
When all the wells have come up dry
It's hard to take another try

But I pick myself up off the floor
And try my best just like I did before
Just say yes
Just say yes

Everytime I take a chance
This hesitation pulls me back
From finding out who I should be
I want to know the real me

So I pick myself up off the floor
And realize just who I was before
I can't listen to the voice inside
That keeps on saying I should never try
Just say yes
Just say yes

I don't know which way I should go
I'm too afraid of letting go
With all this doubt to overcome
It's hard to see all that I've done

But I pick myself up off the floor
And try my best just like I did before
I just set aside the feel within
And walk on through the door that held me in
Just say yes
Just say yes



domingo, 13 de novembro de 2011

Nany...



Um dos recortes dela abrindo a janela do meu quarto..!

...

Poderia me expressar de várias maneiras, mas sempre prefiro a forma mais enigmática possível. Eu poderia usar um pouco da minha apofenia e tentar ver todas essas conexões que parecem não existir. Agora percebo que minha mera psicose é que me mantém intacto dentro de um plano de vida onde ordem e caos mantém seus devidos aspectos. 

Não é simples descobrir todas as verdades do universo e se um dia descobrimos a vida se tornara talvez fútil. Fico me perguntando...por qual motivo não posso ver a origem de tudo? Sou tão pequeno assim? Quem fez isso? É um enigma além da compreensão humana ou tão simples que não podemos enxergar. Quando dizemos que DEUS não da asas a cobras, estamos corretos até que ponto? Não sou uma cobra! Mas não consigo pensar no poder que é ter esse conhecimento. 

Viajar dentro da mente em labirintos onde apenas velas iluminam, velas que são apagadas por ventos fortes a todo momento. Impossível caminhar tão longe, apenas aqueles com suas lanternas vão mais longe e mesmo assim um dia a pilha acaba.

Tento parar de pensar nisso, mas é difícil ver o tempo como algo tão curto. Ontem estive no passado, hoje estou aqui e amanhã não sei onde vou estar. Fico sem chão nessas horas. O mundo é grande demais e alguns segredos já foram revelados, mas ninguém acredita neles, parecem místicos e fictícios.

Exitem realidades paralelas? Por que o Déjà-vu Vu existe? São sinais de que ainda estamos no passado e vendo um curto momento do futuro... tão curto que é impossível falar dele antes que se torne presente. Pode ser uma simples reação psicológica, um erro de nosso cérebro... parece coisa de religião, encontrando todos os problemas no céu e no inferno, nesse caso o cérebro sempre leva a culpa.

Pensar sobre isso levou algumas mentes a consequência... alguns são loucos... loucos? Ou estão tão próximos da realidade que por isso os consideramos loucos. Somos cegos.

Porque é tudo tão limitado? Quanto mais penso mais fico angustiado, meus pensamentos não podem fazer sentido nessas palavras, mas lembre da apofenia...encontrar conexões onde não parecem existir. Em qualquer momento voltamos a vida e deixamos escapar certar revelações, são poucos os momentos de morte em nossa vida.. não dizem que depois que morremos encontramos o significado de tudo... então...
Durante a vida morremos em alguns momento e nesses momentos somos ligados ao lada místico. A morte nem sempre pode ser ruim... se vista de um ângulo positivo. Você deve buscar o signicado no momento certo, parar e colocar a mão na consciência e dizer.... agora é hora!

sábado, 12 de novembro de 2011

...


Hoje queria apenas deitar na praia, escutar a música do mar e deixar o vento cuidar de mim por alguns momentos, sem medo. 
A vida nessa cidade destrói o componente mais importante da vida, a simplicidade. Já faz tempo que não paro para pensar em mim. Estou "adoecendo" aos poucos por cobrar demais de mim mesmo, digo que sou simples, mas não sou, estou a todo tempo repleto de preocupação. E só hoje venho perceber isso! 
Que saudades do passado, onde era simples acordar e dormir, a minha cidade tinha hora para fechar os olhos, eu poderia me manter acordado, jogando conversa para estrelas sem me preocupar se alguém poderia aparecer e tomar um pouco de mim, roubar minhas conquistas ou libertar minha alma com agressão. Era tempo de simplicidade. E por qual motivo eu ainda reclamava da vida pacata? Precisava sair e ver novas coisas, ver tudo diferente. Ver ação!
Agora vivo com ação demais e certos momentos o cansaço me aniquila e apaga meus pensamentos. Durante esses breves momentos da vida sou pego por mim mesmo. Queria poder hibernar, deixar o tempo passar e voltar... ver o que mudou sem mim... quais minhas influências nesse local de predadores?
Poderia agora mesmo sair andando por ai... mas é horrível poder sair na cidade grande, essas máquinas  com rodas estão por total parte, lançando o pior componente no ar e a todo momento travando nossos pensamentos. 
Vou esperar voltar para minha pequena cidade, pegar minha maquina de duas rodas e acelerar sem rumo em  uma de minhas estradas, estradas desertas, cheia de luz e de pensamentos.
La estarei vivendo meu passado e me preparando para meu futuro.


...

Me diga que minhas escolhas são erradas!
Me diga que não estou certo!
Me diga que estou falhando com as pessoas!
Me diga!
Não vocês.
Mas você futuro! Apareça pra mim e me diga o que esta por vir!
Diga que não estou destruindo nenhuma vida!
Diga que não sou arquiteto de minha própria destruição!
Diga que tudo faz parte do destino dentro de mim!
Apenas me diga.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Sonho...

Significado de sonhar com CâNCER

1 - SIGNIFICADO: Não é um tumor. É uma grande quantidade de matéria psicológica e emocional que deixa o sonhador louco. Tudo o que perturba, aborrece, dá raiva e fere, porém não foi enfrentado, pois esconder no inconsciente parece mais fácil. Você deve estar ansioso e com medo devido a um mau hábito ou a uma situação difícil. Na área da superstição, sonhar com câncer é sinal de boa saúde, mas tenha cuidado.

2 - Os sonhos que aparecem uma doença grave dificilmente será uma aviso de sua eminente aparição na vida real e sim, que podemos tropeçar em sérios problemas se nossa atitude não mudar de rumo rapidamente.
Padecer de câncer em um sonho é um indício de que você não está canalizando adequadamente suas emoções que ameaçam destruí-lo(la) se você não se controlar. Sonhar que você tem câncer, denota desesperança, aflição e auto-piedade. Você pode sentir que está desperdiçando sua vida; este sono também representa áreas de sua vida que lhe aborrecem,  incomodam ou magoam em algum sentido emocional. Você tem alimentado sua negatividade em seu interior e o sonho é um aviso disto.
Sonhar que alguém está com câncer indica que você precisa mudar seu modo negativo de pensar antes que ele crie um câncer em você. Seja mais positivo(a).
Também pode indicar perigo de ruptura com um membro no âmbito familiar. Um conflito está para acontecer se você não providenciar um remédio correto. Seja cauteloso(a) e trate de se enfrentar racionalmente e o mais sinceramente possível nos assuntos do coração. É possível que eles lhe causem problemas.
                                                                                                                                                
Devo acreditar ou não?

Parecem explicar minha situação de forma plausível. Me fez ver coisas que estão ocultas em meus pensamentos. Isso deve ser o significa do sonho... mostrar o que fazer, como fazer e observar nossos problemas de forma mais profunda. Mostrar o que não estamos percebendo.

Mas quem disse isso? Sonhos são enigmas... quem os desvendou?
Mesmo assim serviu para algo!

Foo Fighters - Times like these

Pensamentos

Ainda fico pensando se realmente estamos sozinhos...

Palavras que nos deixam arrepiados, nos fazem acreditar que são verdadeiras. 
Problema? 
Acho que para alguém que esta confuso, sim, realmente é um problema. 

Por um lado penso que tudo isso é coisa de louco, alguém que esta sozinho precisa ver a solidão no rosto do outro. Pode até conseguir, mas eu pensei forte e disse pra mim mesmo como forma de defesa - Isso é impossível  pessoas não estão sozinhas!

A priore pensei no sentido literal, estamos sempre acompanhados por pessoas de todos os lados, família, amigos, colegas e pessoas desconhecidas que a qualquer momento podem entrar numa dessas categorias. São ligações rápidas e precisas que só o universo pode dar conta. Sempre estou perto de alguém. Perto fisicamente e perto mentalmente. 

Enquanto o físico e mental estiverem trabalhando em harmonia, nunca estarei sozinho.
Enquanto eu estiver pensando em minha, família, amigos e pessoas que posso me apaixonar e quando estas estiverem pensando em mim... nunca estarei sozinho.

O problema de tudo isso é pensar demais. Quanto mais penso, mais meus pensamento se distorcem.

Durante uma manhã onde nada fazia sentido e a nada estava próximo de mim, pensei... - Estou só? 
Ninguém próximo, olhares rápidos de pessoas desconhecidas, que por um momento nos olham e no outro segundo nos esquecem. Estava pensando em algumas pessoas, umas em especial e outras como um mero reflexo.... E alguém nessas manhã estava pensando em mim? Se estiver não estou só...seria ótimo ter essa certeza. - Mas se ninguém estiver pensado? Sozinho?

Esse maldito pensamento me desligou de tudo e me forçou a ficar sozinho e refletir. Minha estadia aqui é curta e vai passar tão rápido que minhas memórias vão gritar pedindo socorro, querendo ver o que foi a melhor coisa que me aconteceu. O que foi? 

Ser humano é ser difícil. É ser inexplicável e incompreendido. 
Tento encerrar aqui meus pensamentos com mais duvidas...
Falhei? 
Melhor é manter o sorriso no rosto e ver as coisas como prefiro ver.. e pronto.

Pensamentos simples é que fazem o mundo, o meu mundo!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Edgar Allan Poe - Os Fatos que Envolveram o Caso de Mr. Valdemar


Um artigo nosso, de mesmo título, foi publicado no último número da Revista Americana, de Mr. Colton, dando origem a um certo grau de discussão – especialmente no que se refere à verdade ou falsidade de algumas assertivas que então fizemos. Não cabe a nós, naturalmente, escrever uma única palavra em defesa do que foi dito. Fomos solicitados a reimprimir este artigo, o que fazemos com prazer. Deixamos que o texto fale por si mesmo. Podemos observar, entretanto, que existe uma certa classe de pessoas que se comprazem na Dúvida, como se fosse uma profissão. – Ed. B. J. (Broadway Journal)


É claro que não pretenderei considerar espantoso que o extraordinário caso de Mr. Valdemar tenha despertado tantas discussões. Teria sido um milagre que não tivesse – especialmente dentro das circunstâncias. Devido ao fato de que todas as partes interessadas desejassem evitar toda e qualquer publicidade, pelo menos por enquanto ou até que o assunto pudesse ser mais plenamente investigado e devido a nossos esforços para mantê-lo assim, um relato truncado e exagerado difundiu-se entre a sociedade e tornou-se a fonte de muitas falsas interpretações, dando origem, naturalmente, a muita descrença.
Tornou-se agora necessário expor todos os fatos – pelo menos até o ponto em que eu mesmo os compreendi. Resumidamente, são os seguintes:

Minha atenção, durante os últimos três anos, foi repetidamente atraída para o assunto do mesmerismo; cerca de nove meses atrás, ocorreu-me, muito subitamente que, na série de experiências realizadas até agora, houve uma omissão realmente notável e inexplicável – nenhuma pessoa tinha ainda sido hipnotizada in articulo mortis.[1] Primeiro, deveria ser determinado se, em tal condição, permanecia no paciente qualquer susceptibilidade à influência magnética; em segundo lugar, se fosse estabelecido que existia, se era prejudicada ou fortalecida por essa condição; em terceiro, até que ponto e por quanto tempo a atividade da Morte poderia ser interrompida pelo processo. Havia outros pontos a investigar, mas eram estes que mais me excitavam a curiosidade – o último, em especial, devido ao caráter imensamente importante de suas consequências.
Olhando o redor de mim a fim de encontrar algum paciente por meio de quem pudesse testar estas possibilidades, fui levado a pensar em meu amigo, Mr. Ernest Valdemar, o bem conhecido compilador da Bibliotheca Forensica e autor (sob o nom de plume[2] de Issachar Marx) das versões polonesas de Wallenstein e de Gargantuá. O sr. Valdemar, que tinha residido principalmente no bairro de Harlem, em Nova York, desde o ano de 1839, é (ou era) particularmente notável pela extrema magreza corporal, seus membros inferiores lembrando muito os de John Randolph;[3] e também pela brancura de sua barba, em violento contraste com seus cabelos pretos, que, em conseqüência, eram muitas vezes confundidos com uma peruca. Seu temperamento era marcadamente nervoso e o tornava um bom paciente para experiências mesméricas. Em duas ou três ocasiões, eu já o tinha feito dormir com pouca dificuldade, mas fiquei desapontado pela ausência de outros resultados que sua constituição peculiar me tinha naturalmente levado a antecipar. Porém sua vontade nunca esteve positiva nem inteiramente sob meu controle; e quanto à clarividência, não pude obter dele nada em que pudesse me basear. Sempre atribuí meu fracasso com relação a estes pontos ao mau estado de sua saúde. Durante alguns meses antes que nos conhecêssemos, seus médicos tinham declarado que sofria de tísica, de tuberculose. Era seu costume, de fato, conversar calmamente sobre a morte que se aproximava, não evitando nem lamentando este assunto.

Quando as idéias a que aludi me ocorreram pela primeira vez, foi a coisa mais natural que pensasse em Mr. Valdemar. Conhecia muito bem a calma filosofia do homem para esperar quaisquer escrúpulos de sua parte; tampouco ele tinha parentes nos Estados Unidos que pudessem interferir. Falei-lhe francamente sobre o assunto. Para minha surpresa, seu interesse pareceu vividamente despertado. Disse que foi para minha surpresa, porque, embora ele tivesse sempre cedido sua pessoa livremente a minhas experiências, nunca antes demonstrara nenhum sinal de simpatia por minhas atividades. Sua doença era daquele caráter que admite um cálculo exato com respeito à época de seu desenlace através da morte; finalmente, foi estabelecido entre nós que ele mandaria me chamar cerca de vinte e quatro horas antes do período anunciado por seu médico para seu falecimento.
Já faz agora um pouco mais de sete meses desde que recebi o bilhete abaixo, escrito pela própria mão de Mr. Valdemar: